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Melhoria de desempenho do moodle com nova atualização

Moodle (Cursos Presenciais)
Moodle

Foi realizada no dia 16/10/2018 a atualização do Moodle. Nessa operação, além da aplicação de correções de segurança, foi efetuada a atualização do sistema operacional e componentes de software necessários para o funcionamento do sistema.

Ocorreu também a migração do serviço para um novo servidor com maior capacidade computacional. Através dessas ações, temos um serviço mais rápido e seguro.

Pedimos que eventuais problemas ocorridos após a migração sejam relatados através da Gestão Administrativa e Unificada de CHAmados (GAUCHA) dentro do perfil de acesso “TIC”¹, para que possam ser analisados.


Nota:

¹: Para criar um chamado para as equipes de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), selecione no sistema o perfil de acesso “TIC”. Demais informações, acesse a FAQ Como alternar entre os perfis de acessos ?

Orientação sobre os e-mails da UNIPAMPA classificados como SPAM

Orientação sobre os e-mails da UNIPAMPA classificados como SPAM
Orientação sobre os e-mails da UNIPAMPA classificados como SPAM

Nos últimos dias a DTIC tem recebido várias reclamações quanto a mensagens de alguns usuários estarem sendo classificadas como SPAM pelo GMAIL. Após análise, detectamos que grande parte desses incidentes são causados por erro na configuração do endereço institucional (seja do usuário ou de setor) no GMAIL. Reforçamos que nossos usuários revisem as configurações dos endereços institucionais no GMAIL, conforme as orientações do documento Instruções de Utilização do Alias Institucional.

Ainda reforçamos a orientação para que nossos usuários verifiquem sua caixa de SPAM. Caso encontrem alguma mensagem legítima nessa caixa, abram as mensagens e cliquem no botão “NÃO É SPAM”. Isso ajuda o provedor de e-mails a entender que aquele remetente não é uma real fonte de SPAM.


Orientações:

Conferência Web da RNP, alternativa para webconferências

Conferência Web - RNP
Conferência Web – RNP

Divulga-se à comunidade acadêmica uma alternativa de serviço para organização e participação de reuniões, com recursos avançados de comunicação e colaboração. Trata-se da Conferência Web da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP).

Consiste em um serviço para conferências web similar ao Webconf e baseado no mesmo sistema do Mconf, ambos disponibilizados na UNIPAMPA. É um serviço que permite reunir pessoas, gerando economia, agilizando processos, aumentando a produtividade e facilitando a comunicação. Pode ser utilizado para diversas ocasiões, como reuniões de equipe, defesas de teses e dissertações, transmissão de webinars ou eventos, capacitação, treinamento e Ensino A Distância (EAD).

O serviço caracteriza-se por apresentar salas de reuniões ilimitadas (usuário pode possuir sua própria sala pessoal), limite teórico de até 350 usuários simultâneos, opções variadas de gravação e edição, além de oferecer o login através da Comunidade Acadêmica Federada (CAFe).

A Coordenação de Redes, Infraestrutura e Suporte (CORIS) acredita na tendência de que este serviço seja o padrão de webconferência a ser utilizado pela UNIPAMPA, uma vez que em breve será iniciado o processo de descontinuação da ferramenta Webconf, além do sistema Mconf UNIPAMPA ser uma ferramenta alternativa.

Acesso ao serviço: https://conferenciaweb.rnp.br/

Requisitos para utilização: 

  • Conexão de internet de boa qualidade (depende dos recursos a serem utilizados – áudio e vídeo de média ou alta qualidade, além do compartilhamento de tela);
  • Headset (fones de ouvido com microfone) de boa qualidade e webcam (opcionais) – evite microfone embutido devido a ruídos do ambiente que prejudique a comunicação;
  • Recomenda-se os navegadores Chrome, Firefox (preferência) e Opera;
  • Flash Player (necessário ter instalado e atualizado, sendo que é uma tecnologia que será substituída);
  • Java 8.

Demais informações:

Proteção de dados pessoais preocupa diante da revolução do BIG DATA

Big Data
Big Data
“Se você não está pagando para usar um produto, você é o produto”.

Essa é uma frase clássica para introduzir qualquer discussão sobre marketing digital, e que resume todo o processo de coleta e venda de dados pessoais obtidos na rede Internet ou mesmo fora dela.

A comercialização de dados pessoais, com ou sem autorização dos usuários, geralmente é feita por empresas que estudam os hábitos, costumes e preferências de seus consumidores em potencial, direcionando, assim, a criação de produtos e as estratégias de marketing. Vale lembrar do escândalo mais recente de vazamento de dados pessoais envolvendo o Facebook e a empresa Cambridge Analytica, que atingiu milhões de pessoas.

Ao criar uma conta em uma rede social, visitar um site ou baixar um aplicativo no celular, não é incomum que o usuário aceite os termos de uso sem antes lê-los por inteiro. Menos comum ainda é que, além dos termos de uso, o usuário leia as políticas de privacidade. É através delas que o usuário poderá saber o que poderá ser feito com seus dados pessoais, fotos, histórico de navegação e geolocalização.

O Brasil está prestes a aprovar uma lei de proteção de dados pessoais que passará a valer em um ano e meio após a sanção presidencial, prazo este para a necessária adequação ou “compliance”. A lei brasileira tem várias semelhanças com o GDPR (Regulamento Geral de Proteção de Dados) da União Europeia, que entrou em vigor no final de maio e é considerado uma norma modelo sobre o assunto.

Segundo o advogado e consultor da RNP, Omar Kaminski, desde já podemos nos valer do Marco Civil da Internet, Lei 12.965/14, que prevê que o fornecimento dos dados pessoais a terceiros dependa do consentimento livre, expresso e informado dos usuários, e que os contratos de prestação de serviços e termos de uso devam conter informações claras e completas sobre a coleta, uso, tratamento e proteção dessas informações.

Para Kaminski, a melhor forma de proteção continua sendo a prevenção na esfera pessoal. “É importante que o usuário busque proteger a própria privacidade e intimidade, leia atentamente os termos de uso ao aderir um serviço na Internet, como redes sociais e correio eletrônico, e evite informar seus dados quando não houver estrita necessidade”, finalizou.

Fonte: Notícias ESR – nº12 | ago/2018

 

Sancionada lei de proteção de dados pessoais

Temer sanciona lei de proteção de dados pessoais e veta agência reguladora
Sancionada lei de proteção de dados pessoais

Sancionada na terça-feira (14/8), a LEI Nº 13.709, DE 14 DE AGOSTO DE 2018, lei que dispõe sobre a proteção de dados pessoais e que entra em vigor em 18 meses.

A nova lei disciplina a forma como as informações são coletadas e tratadas, especialmente em meios digitais, como dados pessoais de cadastro, número de telefone, endereço, estado civil, informações patrimoniais e até mesmo textos e fotos publicadas em redes sociais.

Com a lei, o compartilhamento de informações só será legal por meio de consentimento explícito do usuário. Para isso, ele tem o direito de ter informações a respeito da política de privacidade dos sites que frequenta, visualizar, corrigir e excluir dados que tenham sido coletados.

Utilização de softwares não licenciados é ilegal

Software pirata é proibido
Software pirata é proibido

A Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação (DTIC) adverte para a ilegalidade da utilização de softwares piratas nos equipamentos da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA).

A pirataria de software consiste na cópia, download, compartilhamento, venda ou instalação de softwares em dispositivos pessoais ou de trabalho sem a permissão dos detentores dos direitos autorais dos mesmos. Seu uso ilegal, ou em situação irregular, pode resultar em processos contra os responsáveis pela irregularidade. A organização em que esses softwares forem instalados também estará exposta a multas e indenizações.

Na dúvida se algum software que deseja utilizar em seu equipamento na UNIPAMPA esteja regular, consulte o Setor de Tecnologia da Informação e Comunidação (STIC) local da sua unidade.

Piratear software incorre em:

  • Sonegação fiscal;
  • Delitos contra a propriedade intelectual;
  • Riscos à segurança da informação pessoal e/ou institucional;
  • Multas e/ou prisão dos envolvidos.

Demais informações:

Lei 9.609/98
Lei 9.610/98
Lei 10.695/03

Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos Contra a Propriedade Intelectual – CNCP